quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Churrascos - Receita de Pernil com Coca-Cola

INGREDIENTES
1 pernil suíno pesando aproximadamente 6kg
1 litro de coca-cola
2 colheres (sopa) salsa e 1 de (chá) coentro
1 colher de chá de cominho picado
1 colher de chá de manjericão picado
1 cebola grande descascada e ralada e sal a gosto
½ colher de café de pimenta-do-reino preta moída

MODO DE PREPARO

Você vai precisar de uma panela bem grande, de ferro ou alumínio, em que caiba o pernil inteiro. Aproveitando a própria gordura da carne, frite-a na panela junto com todos os ingredientes de tempero (menos a coca-cola). Quando estiver bem marcado de todos os lados (mais ou menos 1 hora de fritura, sempre virando a peça para que fique dourada por igual), apague o fogo. Deixe esfriar, transfira para uma vasilha de plástico ou vidro e acrescente a coca-cola. Deixe marinar durante 6 horas. Em seguida coloque o pernil numa assadeira, regue com a marinada e leve ao forno forte pré-aquecido a 200º durante 4 horas. Diminua o forno para médio a 180º e deixe mais 1 hora.

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Hoje gostaria de indicar um produto de minha autoria. Trata-se da "Apostila Vinhos". 

Se você leu o livro “À Procura da Felicidade” de Paulo Carvalho, deve saber que quando o Chef teve seu insight e sua visão de futuro, vendo-se trabalhando com gastronomia até o resto de sua vida, descobrindo, portanto, seu talento, deu início a pesquisas sobre o tema e criou uma série de “Apostilas” que foram seus primeiros estudos sobre gastronomia.  

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Vinhos”. Claro que o estudo dos vinhos não é uma tarefa de um chef de cozinha, mas sim de um somelier, mas o Chef decidiu que deveria aprender sobre o assunto para melhor harmonizar seus pratos com os vinhos durante as refeições.   

Nesta Apostila você vai encontrar:   

História do vinho; 
Como servir o vinho; 
O champanhe; 
Como escolher o vinho; 
Efeitos do vinho; 
Garrafas e rolhas; 
A fabricação do vinho; 
Tipos de uvas utilizadas na fabricação dos vinhos; 
Práticas para degustação de vinhos; 
Vocabulário das sensações gustativas.   

Com certeza trata-se de um material que vai lhe ajudar muito a aprender mais sobre vinhos, possibilitando que possa degustar os vinhos de acordo com regras específicas, bem como aprenderá a harmonizar pratos com diferentes tipos de vinhos.  


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

As apostilas contêm o teor original de quando foram criadas pelo Chef, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria seu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidiu mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como você pode ver, conforme texto retirado de seu livro, o qual afirma que: “Neste mesmo instante, já defini o nome do restaurante – Chardonié – nome associado a uma uva bastante conhecida no mundo inteiro. Elaborei também, na mesma hora, o logotipo que teria o meu restaurante no futuro. Coloquei este logotipo na capa da apostila “Receitas e histórico de pratos clássicos internacionais”, a qual foi minha primeira pesquisa na área gastronômica”.   

Seja para você que deseja aprender a degustar vinhos em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!   

Bons Estudos!

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Conheça melhor o champanhe

Para a escolha do Espumante aplica-se o mesmo que para a escolha dos vinhos. Porém, existe menos Espumantes no mercado que vinhos, por isso algumas marcas são conhecidas há muitos anos. No Brasil: George Aubert, Peterlongo, mais antigas, entre várias outras de lançamento mais recente. As marcas que mantêm o rótulo de Champagne, com certeza pagam direitos de marca aos franceses, que ganharam a exclusividade de uso do nome Champagne. Em português se diz tanto "o champanhe" como "a champanhe"; porém, como se trata de vinho, o mais próprio parece ser o gênero masculino.

O Champagne é a bebida das comemorações, a bebida da alegria por excelência. O Champagne é festivo desde o momento em que é aberto, com o pipocar da rolha. É indispensável nas recepções de casamento, jantares de homenagem, festas de réveillon, e em todos os momentos em que algo de especial merece um brinde comemorativo.


O prazer de abrir uma garrafa de Champagne porém sofre algumas restrições. A descontração que existe em um encontro informal, numa festa íntima, na comemoração de um aniversário em casa, permitem o pequeno espetáculo quase pirotécnico, mas não nas reuniões formais. Não se deve deixar que a rolha escape ruidosamente, quando se trata de uma reunião grandemente séria, em que as regras da etiqueta precisam ser seguidas à risca.

Porém, como o comportamento e o trajeto de uma rolha de garrafa de Champagne são imprevisíveis (pode teimar em não sair ou, ao contrário, pipocar logo que se distorce o arame), é prudente, nos dois casos, apontar a garrafa para onde nem coisas nem pessoas sejam fuziladas pela rolha. Se o objetivo é fazê-la saltar, empurre a rolha com o polegar direito, rolando a garrafa com a mão esquerda; se o objetivo é conter a rolha, cubra-a e prenda-a fortemente com a mão esquerda, e procure girar a garrafa com a direita para desprender a rolha (ao mesmo tempo que mantém a rolha comprimida contra a garrafa), deixando-a escapar por força do gás, sob controle.

Criado no século XVII, pelo monge Beneditino Dom Perignon, o Champagne é hoje elaborado a partir principalmente das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay.

O Champagne é, basicamente, um vinho branco com forte teor de gás carbônico em emulsão natural, produzido por uma segunda fermentação alcoólica no interior da garrafa hermeticamente fechada. O legítimo Champagne só é produzido na região de Champagne, no nordeste da França, porém o nome tem sido aplicado à todos os tipos de vinhos espumantes produzidos pelo mesmo método, o denominado método Champenoise, que consiste em adicionar ao vinho branco açúcar e vinho velho ou conhaque (mistura chamada "licor de expedição"), e fechar a garrafa com rolha amarrada ao gargalo.

O emprego de uma trança de arame segurando a tampa de cortiça ao fechar as garrafas permite que o recipiente suporte a forte pressão do gás produzido pela segunda fermentação.

Abrir uma garrafa de Champagne é tarefa ainda considerada masculina, e por essa razão, em um evento em que se deseje emprestar ao Champagne especial destaque, o convidado de honra pode esperar ser solicitado a abri-la e, não havendo garçons nem estando presente o marido da anfitriã, deve mesmo oferecer-se para fazê-lo. 

É conveniente sempre tocar a garrafa de Champagne de leve e não agitar nem um pouco o líquido, para não formar espuma e aumentar a pressão interna. Como esse cuidado pode não ser bastante, é conveniente ter um guardanapo de pano e um copo junto à garrafa para contornar algum acidente em caso de escapar líquido ou espuma ao abrir. Envolver a garrafa em um guardanapo ou toalha para abri-la pode diminuir a firmeza necessária para a operação, se a pessoa não estiver muito treinada para fazê-la.

Hoje gostaria de indicar um produto de minha autoria. Trata-se da "Apostila Vinhos". 

Se você leu o livro “À Procura da Felicidade” de Paulo Carvalho, deve saber que quando o Chef teve seu insight e sua visão de futuro, vendo-se trabalhando com gastronomia até o resto de sua vida, descobrindo, portanto, seu talento, deu início a pesquisas sobre o tema e criou uma série de “Apostilas” que foram seus primeiros estudos sobre gastronomia.  

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Vinhos”. Claro que o estudo dos vinhos não é uma tarefa de um chef de cozinha, mas sim de um somelier, mas o Chef decidiu que deveria aprender sobre o assunto para melhor harmonizar seus pratos com os vinhos durante as refeições.   

Nesta Apostila você vai encontrar:   

História do vinho; 
Como servir o vinho; 
O champanhe; 
Como escolher o vinho; 
Efeitos do vinho; 
Garrafas e rolhas; 
A fabricação do vinho; 
Tipos de uvas utilizadas na fabricação dos vinhos; 
Práticas para degustação de vinhos; 
Vocabulário das sensações gustativas.   

Com certeza trata-se de um material que vai lhe ajudar muito a aprender mais sobre vinhos, possibilitando que possa degustar os vinhos de acordo com regras específicas, bem como aprenderá a harmonizar pratos com diferentes tipos de vinhos.  

Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

As apostilas contêm o teor original de quando foram criadas pelo Chef, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria seu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidiu mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como você pode ver, conforme texto retirado de seu livro, o qual afirma que: “Neste mesmo instante, já defini o nome do restaurante – Chardonié – nome associado a uma uva bastante conhecida no mundo inteiro. Elaborei também, na mesma hora, o logotipo que teria o meu restaurante no futuro. Coloquei este logotipo na capa da apostila “Receitas e histórico de pratos clássicos internacionais”, a qual foi minha primeira pesquisa na área gastronômica”.   

Seja para você que deseja aprender a degustar vinhos em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!   

Bons Estudos!

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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Técnicas Gastronômicas - Como rechear lulas

Independente dos ingredientes que você vai utilizar para rechear as lulas, existe uma técnica gastronômica que deve ser utilizada para obter um bom trabalho.


Abaixo segue os passos que devem ser seguidos para rechear lulas:


1. Faça o recheio, misturando muito bem todos os ingredientes.

2. Depois que as lulas estiverem limpas e secas, coloque o recheio com uma colher e espalhe-o com a mão, apertando a lula como se fosse um tubo.


3. Para completar, feche cada lula com um palito, apertando a lula como se fosse um tubo.

Hoje, ao invés de indicar algum manual de técnicas gastronômicas, o que sempre faço nesta sessão de meu blog, vou indicar meu  Livro "À procura da felicidade".

Neste Livro, além da minha história pessoal em busca dos meus objetivos, encontram-se três receitas de cada um dos países dos quais estudei a história gastronômica.

Trata-se de um livro de grande ajuda para quem precisa de inspiração para atingir seus objetivos e encontrar a felicidade.

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Mas o que é talento afinal?

Qual a diferença entre dom, vocação e talento? Em minha opinião, dom é um presente de Deus. A palavra “dom” vem do latim donu, significando presente ou dádiva. As pessoas já nascem com o dom, ou seja, apresentam alguma característica especial que faz com que realizem algo com extrema facilidade. O dom está mais ligado às artes.

A palavra vocação também é oriunda do latim e significa o ato de chamar. Portanto, quem segue sua vocação está atendendo a um chamado, que pode ser atendido com prazer e felicidade na realização de determinadas tarefas e está mais ligado à religião.


O talento, na essência, se parece com o dom. Entretanto há pessoas que tem dom, mas não tem talento, pois o talento exige estudos, treino, disciplina, determinação e persistência para aprimorá-lo, envolvendo esforço mental e físico, ou seja, mais transpiração do que inspiração. Tudo isso é superado porque talento também envolve gostar do que se faz. 

Acredito que o talento também já nasce com a pessoa. Para uma pessoa que tem talento para determinada atividade, as coisas irão fluir muito mais facilmente do que para uma pessoa que não dispõe de talento. Portanto, o talento está mais ligado às profissões. 

Para finalizar este artigo, transcrevo aqui uma citação bíblica bastante conhecida, a qual fala sobre um senhor que se ausentou para um lugar distante e entregou talentos a três servos. Ao primeiro lhe deu cinco talentos, ao segundo, dois, e ao terceiro, um talento, de acordo com o potencial de cada um. Aquele que recebeu cinco talentos obteve mais cinco, negociando com outras pessoas. 

O que recebeu dois, da mesma forma, obteve mais dois talentos. Já o terceiro, que recebeu apenas um talento, o enterrou e aguardou o retorno de seu senhor. 

Quando o senhor retornou, se alegrou e parabenizou os que usaram o que receberam e o multiplicaram, dando-lhes mais talentos, mas ao servo que escondeu seu talento, lhe retirou o talento que lhe havia dado e o despediu, por ser um servo improdutivo.

Portanto, busquemos desenvolver nossos talentos. 

Então, você tem talento ou dom? Ou ainda não descobriu seu dom ou talento? Em meu livro tenho mais informações sobre como descobrir seu talento. Você pode adquirir clicando neste link: Livro "À procura da felicidade"

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Como preparar a Salada Waldorf

INGREDIENTES
1 xícara de maçã vermelha sem casca média
1 colher (sopa) de suco de limão
1 xícara de quadradinhos da parte branca de salsão
1/2 xícara de nozes picadas
1/4 xícara de maionese e creme de leite misturados
Folhas de alface, sal e pimenta do reino
2 colheres (chá) sementes de papoula

MODO DE PREPARO


Lave as maçãs. Corte ao meio e retire o miolo. Apóie a maçã com a parte plana voltada para baixo. Corte as metades em tiras (0,5 cm) e as tiras em cubos (0,5 cm). Misture as maçãs com o suco de limão. 

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Coloque o salsão, as nozes e a maionese misturada com creme de leite e misture bem. Tempere com sal e pimenta do reino e mexa novamente. Sirva a seguir sobre folhas de alface. Hoje é servida sobre radicchio também. 

HISTÓRICO DO PRATO

A Salada Waldorf foi criada no Waldorf Hotel na Cidade de Nova Iorque que abriu em 1931. É uma das receitas mais famosas e mundialmente conhecida pela alta sociedade. Foi produzida por Oscar Tschirky, maitre do hotel waldorf-astoria. Existem relatos que afirmam que a salada foi criação do chef francês Escoffier na segunda década do século 20 em homenagem ao Hotel Waldorf.

Em meu Livro "À procura da felicidade" você poderá encontrar receitas de 10 países, os quais estudei a história gastrônômica e 3 receitas mais representativas da culinária de cada um destes países.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Química dos Alimentos - Como os aditivos fazem parte de nossa alimentação

Basta uma rápida refeição e centenas de aditivos químicos são ingeridos: substâncias capazes de conservar e melhorar as qualidades dos alimentos. Tão velhos quanto os humanos, os aditivos sempre estiveram presentes em nossa dieta.

Os aditivos alimentares têm sido usados por séculos: nossos ancestrais usaram sal para preservar carnes e peixes; adicionaram ervas e temperos para melhorar o sabor dos alimentos; preservaram frutas com açúcares e conservaram pepinos e outros vegetais com vinagre.

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Entretanto, com o advento da vida moderna, mais aditivos têm sido empregados, a cada ano. A existência de vários produtos modernos, tais como os de baixo valor calórico, fast-food, salgadinhos embalados, não seria possível sem os aditivos atuais.

Estes são usados para preservar os alimentos, melhorar o seu aspecto visual, seu sabor e odor, e estabilizar sua composição. Além disso, são empregados para aumentar o valor nutricional e evitar a sua decomposição ou oxidação com o passar do tempo.

O número de aditivos atualmente empregados é enorme, mas todos eles sofrem uma regulamentação federal no seu uso: alguns são permitidos somente em certas quantidades, enquanto que outros já foram banidos de nosso cardápio. E são dos laboratórios de química que saem, anualmente, mais e melhores aditivos.

Um aditivo alimentar, no senso comum, é qualquer substância adicionada ao alimento. Legalmente, entretanto, o termo significa "qualquer substância adicionada propositalmente a um alimento com o objetivo de alterar características deste". Esta definição abrange qualquer composto usado na produção, processo, embalagem, transporte ou estoque do alimento.

Os aditivos alimentares e seus metabólitos são sujeitos a análises toxicológicas rigorosas antes da aprovação do seu uso na indústria. Os estudos são conduzidos com espécies animais, objetivando determinar os efeitos tóxicos a curto e longo prazo.


Se você leu o Livro "À procura da felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia. 

Pois bem! Este E-Book é a "Apostila Coquetéis", a qual fala, obviamente, sobre “Coquetéis”. A apostila contêm o teor original de quando foi criada por mim em meu início de carreira, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria meu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidi mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como descrito em meu livro.

Nesta Apostila você vai encontrar: 

Histórico e utilidade dos coquetéis;
Tipos de coquetéis;
Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

Seja para você que deseja aprender para degustar em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento! 


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.


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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Como analisar suas atitudes e gostos do passado pode revelar seu talento

Houve um dia em que fiquei imaginando de onde veio minha paixão pela gastronomia. Deveria haver algo em meu passado que tivesse me levado a ter todos aqueles pensamentos. Lembrei-me de algumas passagens da minha vida, relacionadas à gastronomia.

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Quando tinha aproximadamente seis anos, não lembro exatamente a idade, minha avó foi morar conosco. Foi construída uma pequena casa aos fundos para ela e frequentemente ia me buscar para acompanhá-la ao almoço. Admirava-me com as ervas que utilizava e com um corante que mesclava ao arroz, chamado Colorau. A sobremesa também me impressionava – era pão-de-ló – o que veio a ser minha primeira preparação gastronômica, pois houve um dia em que minha avó havia viajado para visitar meus tios; ou seja, os outros filhos dela; e me deu vontade de comer pão de ló. Então falei para minha mãe que iria prepará-lo. Ela concordou e me auxiliou. Então, sem ainda ter sete anos de idade, elaborei minha primeira preparação gastronômica, a qual minha mãe degustou e elogiou muito.

Na minha adolescência, por vezes, praticamente toda a família ia à missa no sábado à noite. Eu ficava em casa, pois gostava de ir no domingo pela manhã. Quando a família retornava, eu já havia preparado o jantar e arrumado a mesa. Todos elogiavam a comida, que apesar de ser feita com ingredientes simples – pois minha família dispunha de poucos recursos – mostrava que houve utilização dos mesmos ingredientes do dia-a-dia, mas com uma apresentação diferenciada e um visível, digamos assim, “cuidado especial” na execução. 

Gostava de ir à missa no domingo pela manhã com meu pai e minha avó. Meu pai, mesmo que fosse à missa no sábado à noite, por vezes ia no domingo pela manhã também. Era um homem bastante religioso. Ao sair da igreja, meu pai comprava sorvetes ou sanduíches para eu e meus irmãos, em uma padaria que ficava ao lado da igreja. Devo confessar que aqueles sorvetes e sanduíches tinham um sabor, que depois que me tornei adulto, nunca mais experimentei. Desta forma, podia me aventurar pelo meu pequeno mundo dos sabores no sábado à noite e no domingo pela manhã. Por isso é que dou bastante valor à relação emocional com os sabores. 

Quem nunca ouviu falar que a comida da mamãe ou da vovó é sempre mais gostosa. A nossa relação com os alimentos tem início ainda nos primeiros meses de vida, durante a amamentação e envolve, além do paladar, olfato, tato e o afeto materno, fazendo com que a comida signifique, não apenas uma forma de satisfazer nossa necessidade por nutrição, mas que tenha também uma carga emocional. Por isso que a cozinha é sempre considerada o coração da casa. 

Com o tempo, o gosto pela culinária familiar foi desaparecendo e não tive vontade de levar adiante como profissão. Este pensamento nunca passou pela minha cabeça naquela época. Saí de casa com 18 anos de idade. Morava sozinho e achava que não gostava mais de cozinhar. Dizia que dava muito trabalho. Mesmo assim, nos horários das refeições fazia um arroz básico, preparava alguma carne e uma salada. Tudo muito rápido, sem temperos e sem muita cerimônia. Sempre achei que fazia isso por ser mais econômico que comer em lanchonetes, como faziam meus colegas. No entanto, esta atitude revelava que, mesmo inconscientemente, ainda gostava de cozinhar.

Enquanto estava no exército, onde fiquei por quatro anos – apesar de que no segundo ano já percebi que não levava jeito para a carreira militar – comecei a frequentar uma cantina italiana, que era uma espécie de ponto de encontro dos militares. Comia alcatra grelhada, lasanhas, pizzas, calzones, entre outros pratos servidos por todo o tempo em que frequentei aquele lugar. Um dia, sentado à mesa, pensei: “Bem que eu poderia abrir um restaurante! Mas oferecer pratos prontos bem diferenciados e criativos e não sempre os mesmos como este restaurante”. Assim, pensei na modalidade “empratado” sem ainda ter noção do termo. Mas como estava envolto em uma série de atividades militares, esta idéia acabou saindo da minha cabeça.

Assim, creio que uma forma de se descobrir nosso talento é pensar nas coisas que mais nos chamaram a atenção quando éramos crianças ou adolescentes, analisar quais delas estão ligadas às profissões que existem na atualidade e ver se estas coisas ainda atraem nossa atenção ou se ficaram no passado. 

Como já mencionei, descobrir seu talento vai envolver uma busca por um melhor conhecimento de si mesmo. Você deve realizar uma profunda investigação em suas atitudes e gostos individuais.

Creio que cada indivíduo nasce com um talento, o qual pode ser encoberto se a pessoa não prestar atenção e exercer diversas atividades, não se preocupando em encontrá-lo. 

O que é um erro, pois raramente se encontra o sucesso em uma profissão para a qual não se tem talento. 

Em meu livro tenho mais informações sobre como descobrir seu talento. Você pode adquirir clicando neste link: Livro "À procura da felicidade"

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Técnicas Gastronômicas - Como preparar mariscos

Quem mora em cidades litorâneas já deve estar acostumado a preparar mariscos. Mas, pela minha experiência, quando chegam as férias, vejo diversas pessoas comprando mariscos na volta para casa depois de um dia na praia, mas quando chegam em casa, lembram que não sabem muito bem como preparar.


Pensando nisso, o assunto da Técnica Gastronômica de hoje é "Como preparar mariscos". Não se trata de uma receita, pois cada um, com o tempo, escolhe a sua receita preferida, mas esta ação deve ser feita antes do preparo de qualquer receita. 

Vamos a técnica:

1 - Escove as conchas sob água corrente.

2 - Jogue fora as conchas que não estejam totalmente fechadas, pois significa que os mariscos estão passados e não devem ser comidos.

3 - Retire as barbas dos mariscos.

Agora estão prontos para serem preparados de acordo com sua receita. Mas a principal maneira de preparo é colocar numa panela, adicionar um pouco de água e sal e deixar ferver. 

Bom Apetite!



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Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

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